Há vários estudos sobre a relação entre os nomes de algumas pessoas e sua ocupação profissional. Isso sempre me chamou a atenção, talvez por cauda do meu próprio nome. Jung anotava nomes que lhe pareciam estranhamente coincidentes com a profissão de seus donos. Eu já vi falar de um cirurgião plástico especialista em mama, cujo sobrenome é Bustos. De vez em enquando, porém, o destino capricha na mordacidade e nos brinda com piadas impagáveis, como os mais recentes demitidos (dnitidos) do Ministério dos Transportes: Pagot, Caron, Varejão e Fatureto. É mole?Este é um espaço para apresentação de temas relacionados à Administração, com o objetivo de promover um debate profícuo sobre a AdministrAÇÃO.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
CENA URBANA
Nomes Perfeitos
Há vários estudos sobre a relação entre os nomes de algumas pessoas e sua ocupação profissional. Isso sempre me chamou a atenção, talvez por cauda do meu próprio nome. Jung anotava nomes que lhe pareciam estranhamente coincidentes com a profissão de seus donos. Eu já vi falar de um cirurgião plástico especialista em mama, cujo sobrenome é Bustos. De vez em enquando, porém, o destino capricha na mordacidade e nos brinda com piadas impagáveis, como os mais recentes demitidos (dnitidos) do Ministério dos Transportes: Pagot, Caron, Varejão e Fatureto. É mole?Fonte: VEJA
Há vários estudos sobre a relação entre os nomes de algumas pessoas e sua ocupação profissional. Isso sempre me chamou a atenção, talvez por cauda do meu próprio nome. Jung anotava nomes que lhe pareciam estranhamente coincidentes com a profissão de seus donos. Eu já vi falar de um cirurgião plástico especialista em mama, cujo sobrenome é Bustos. De vez em enquando, porém, o destino capricha na mordacidade e nos brinda com piadas impagáveis, como os mais recentes demitidos (dnitidos) do Ministério dos Transportes: Pagot, Caron, Varejão e Fatureto. É mole?sábado, 6 de agosto de 2011
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
CERVEJA
O brasileiro está bebendo menos
O mercado brasileiro de cervejas está em queda. O consumo em junho foi 6% menor que em maio e já preocupa os principais fabricantes. Foram 62 milhões de litros vendidos no último mês do semestre, ante 66 milhões consumidos em maio. Em relação à participação de mercado, não houve mudanças significativas. A Ambev encerrou o mês de junho com uma fatia de 69,28% das vendas, um aumento de 0,3 pontos percentuais sobre o resultado de maio. A Schincariol, que é cobiçada pela holandesa Heineken, pela britânica SAB Miller e pela japonesa Kirin, manteve-se na segunda posição, com 11,04% de participação de mercado e crescimento de apenas 0,09 ponto percentual. A Petrópolis, dona da marca Itaipava, perdeu 0,26% e ficou em terceiro lugar, com 9,9% de participação. E a Heineken segue em quarto lugar, com 8,35%.
Fonte: EXAME
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
MELHORES & MAIORES
O modelo da PROMON
Interessante o modelo acionário da Promon Engenharia, eleita a Empresa do Ano pela Revista EXAME em 2011. Somente os funcionários podem ser acionistas. Sem dúvida, trata-se de um alternativa para estimular bons resultados. Com interesses além do simples salários, muitos funcionários devem ter um comprometimento maior. Dessa forma, cada acionista trabalha conscientemente para economizar, aumentar a produtividade e melhorar a lucratividade da empresa, pois seu bolso também corre risco se o negócio não for bem.
Fonte: EXAME
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
E POR FALR EM PESSOAS...
O epicentro da briga pelo Pão de Açúcar.
A literatura e o cinema costumam retratar o mundo dos negócios como um ambiente frio e sem alma. Nas poucas vezes em que executivos e empresários ganham vida no mundo imaginário da arte, os personagens costumam ser desprovidos de emoções, gente que persegue de maneira desapaixonada seus interesses mais mesquinhos. Na vida real, para a felicidade de quem vive de retratá-los, as coisas são bem mais interessantes. Falamos de pessoas. De encontros - nem sempre cordiais, é verdade - entre personalidades diferentes, cada qual com suas paixões, sua visão de mundo, seu ego. Numa leitura rápida pela imprensa nacional, vislumbra-se com uma das mais espetaculares disputas do capitalismo brasileiro. Os empresários Abílio Diniz e Jean-Charles Naouri encontram-se atualmente numa ferrenha competição pelo Pão de Açúcar, maior rede varejista do país - uma empresa que confere, mais do que dinheiro, poder a seu controlador. São histórias como essa que se deve procurar contar.
A briga já teria todos os ingredientes de uma grande narrativa. Mas tornou-se ainda mais fascinante após a reação da opinião pública à oferta do BNDES de participar da fusão do Pão de Açúcar com o Carrefour, idéia por fim abortada. O caso permite uma reflexão fundamental na definição do Brasil do futuro. A competição entre empresas é um dos elementos mais importantes na construção da prosperidade. Mas não há competição que prescinda de uma regulamentação robusta, uma evidência de décadas e décadas de história econômica. Precisamos, sim, de um Estado forte - na defesa do consumidor, na proteção da concorrência, no cumprimento das leis, na garantia dos direitos consagrados. Não deixa de ser irônico que, enquanto ainda patinamos nesses terrenos, estejamos pensando num Estado que seja dono de supermercados, processador de carne, fabricante de salsicha, operador de telefonia. Não faz sentido - e quanto antes o país e seus líderes acordarem, mais cedo atingiremos o desenvolvimento.
Fonte: EXAME
terça-feira, 2 de agosto de 2011
SOBRE PALAVRAS
Do Calote ao Dominó
A palavra "calote" sobrevoa o mundo como uma ave de mau agouro. Seu primeiro registro em português é de 1771, de acordo com Houaiss, e não se tem certeza sobre sua origem. Há, porém, a tese de que a palavra teria vindo do francês culotte - não o calção, mas um termo do jogo de dominó. Nas palavras do etimologista Antônio Geraldo da Cunha, culotte era o nome que se dava às "pedras com que cada parceiro fica na mão, por não poder colocá-las no jogo". Por analogia, teria passado a designar também os títulos que sobram na mão do credor e que ele já não consiguirá receber.
Fonte: VEJA
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
ANÁLISE DOS MERCADOS CONSUMIDORES
O mercado consumidor é a razão de ser de qualquer organização.
Pode-se chamar de mercado consumidor a formação de indivíduos ou conjunto de indivíduos que adquirem produtos ou serviços para seu consumo pessoal. Para se conhecer bem este mercado, deve-se responder às perguntas:
- Quem constitui o mercado? (pessoas ou instituições)
- O que o mercado compra? (produtos e serviços)
- Por que o mercado compra? (motivações)
- Quem participa da compra? (participantes)
- Como o mercado compra? (procedimentos e operações)
- Quando o mercado compra? (ocasiões)
- Onde o mercado compra? (pontos de vendas)
Para se entender um pouco mais sobre este mercado, é importante que se conheça como seus componentes decidem e os fatores que influenciam este processo, ou seja, fatores intevenientes do comportamento do consumidor.
O consumidor normalmente está exposto a uma série de estímulos externos, seja da própria empresa, por meio de seu composto de marketing, seja dos concorrentes da organização, com seus esforços de marketing. Diversas forças macroambientais, como a economia e a tecnologia, afetam também seus padrões de consumo.
Estes estímulos são analisados e filtrados na mente do consumidor. Tal processo, em grande parte psicológico, depende das características deste consumidor (características sociodemográficas, culturais, entre outras) e do comportamento de compra do mesmo. Portanto, consumidores diferentes podem responder de maneira diferenciada à oferta da empresa a partir de suas próprias características ou de seu comportamento de compra (hábitos, fontes de informação que consulta, formas de ver o mudo, etc).
A compra em si é somente uma etapa de todo o processo. Antes disso, o cliente já praticamente decidiu o que fazer, e somente terá algumas dúvidas a respeito do produto, da marca, do distribuidor ou da qualidade. Existe todo um esforço anteriormente feito até chegar a este fim.
Em primeiro lugar, o consumidor reconhece o problema, ou seja, nota a falta de algo, percebe que o produto que utiliza hoje já não está tão bom ou está fora de moda. Em seguida, depois de verificar que algo está errado, ele busca informações a respeito das alternativas que tem disponíveis. Essa busca pode ser interna, dentro de sua própria mente, ou externa, quando ele parte em busca de informações no mercado ou com outras pessoas conhecidas. Como ordem lógica, ele precisa decidir qual das opções disponíveis é a mais viável. Portanto, passa por um processo de avaliação das alternativas disponíveis. Dentre as alternativas, ele vai escolher uma que, em sua percepção, melhor resolva seu problema. Portanto, ele decide qual produto e de que marca comprar. Por fim, o consumidor realiza o que se chama de comportamento pós-compra, onde ele realmente avalia se o produto que comprou atendeu a suas expectativas e se a decisão foi correta. Estas informações serão muito importantes na próxima vez em que decidir resolver o mesmo problema.
Assinar:
Postagens (Atom)




