"Se um dia você tiver que escolher entre o mundo e o amor.
Lembre-se: se escolher o mundo ficará sem amor,
mas se escolher o amor, com ele conquistará o mundo"
Albert Einstein
Este é um espaço para apresentação de temas relacionados à Administração, com o objetivo de promover um debate profícuo sobre a AdministrAÇÃO.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
quinta-feira, 28 de julho de 2011
SOBRE PALAVRAS
A palavra livro
A história da palavra "livro" é, em si, um livro. Começou com o termo latino liber, "membrana vegetal encontrada sob a casca das árvores", onde foram registrados os primeiros textos escritos. O termo sobreviveu ao papiro, invento egípcio precursor do papel. Na Idade Média surgiu o custoso, mas duradouro, pergaminho; depois, o papel vindo da China chegou à escala industrial com Gutenberg, que, por sua vez, demorou, mas acabou encontrando no mundo digital sua superação dialética. E por tudo isso passou o velho liber, sob a casca da palavra.
Fonte: VEJA
quarta-feira, 27 de julho de 2011
TÉCNICA DE VENDAS
Trabalhando na área de vendas e o gerenciamento.
A principal responsabilidade do vendedor pode ser considerada a de atingir as metas de vendas individuais e apoiar atividades que contribuam para o desempenho do grupo e da empresa como um todo. Os principais relacionamentos do vendedor são externos e internos à empresa. Os internos dizem respeito às áreas que processam as informações relacionadas aos produtos e serviços (caixa, faturamento, crédito, estoque, entrega, serviços gerais e recepção). Os relacionamentos externos podem estar relacionados ao ambiente de negócios da empresa (mercados, concorrentes, meios de comunicação e tendências sociais). à medida que a empresa aumentar sua orientação para o mercado, suas forças de vendas precisam tornar-se mais focadas nesse mercado e nos clientes.
A atuação de vendedor tradicional se resume em fechar o pedido ou vender, e mais ainda, a relação de produtos no estoque e seus preços. Esse era o limite do trabalho de um vendedor tradicional. Hoje, o aumento da concorrência e a velocidade de lançamento de novos produtos e serviços faz com que as empresas e seus agentes fiquem mais atentos ao que ocorre em seu ambiente. O gerente de vendas e seus vendedores, ganharam um aumento significativo de atribuições voltado principalmente para o acompanhamento do ambiente instável, captando e representando a grande diversidade de necessidades dos diferentes grupos de interesse que existem numa empresa.
Neste contexto complexo a área de vendas de qualquer empresa deve estar preparada para desenvolver negócios e realizá-los atendendo a necessidades dos diferentes parceiros da empresa, dentre os quais destacam-se: os clientes, os próprios funcionários e proprietários, os fornecedores, os governos, entre outros. O vendedor e toda a área de vendas possuem muitas atividades que podem ser consideradas instrumentos de relacionamento da empresa com o cliente e do cliente para com a empresa. Atuam como elos de comunicação, como promotores e propagandistas e até mesmo relações públicas, promovendo o lado institucional da empresa.
Para Cobra, marketing é um processo social e gerencial pelo qual indivíduos e grupos obtêm o que precisam e desejam por meio da criação e troca de produtos e valores com outros. A base dessa definição está em algo a ser compartilhado. A troca ocorre quando ambas as partes percebem que obterão algum benefício com isso. Os compradores trocam dinheiro por produtos ou serviços quando sentem que o produto ou serviço irá beneficiá-los mais do que qualquer outro uso que possa fazer do dinheiro. Uma boa parte da atividade de negócios é desenvolvida por vendedores individuais que realizam a troca por meio de um processo de negociação.
A importância das atividades dos vendedores varia de acordo com a complexidade e a importância dos negócios realizados. Dessa forma, pode-se considerar que os vendedores representam os interesses da empresa para a qual trabalham. Portanto, é importante que o vendedor compreenda totalmente os planos de marketing de sua empresa.
Considera-se atividades de um vendedor:
- O relacionamento direto e indireto com os clientes;
- Telemarketing;
- Elaboração de orçamentos de produtos e serviços;
- Atividades de apoio a vendas;
- Sondagem e prospecção de novos negócios;
- Comunicação;
- Vendas;
- Serviços;
terça-feira, 26 de julho de 2011
INFÂNCIA PETROLÍFERA
Ainda estamos engatinhando...
Quando comparado a grandes produtores de petróleo do continente, o Brasil pode ser considerado uma criança. Enquanto Canadá e EUA, donos de algumas das maiores reservas mundiais, já exploraram quase todas as suas bacias sedimentares (áreas onde é possível encontrar óleo), o Brasil mal conhece seu sub-solo. Nos EUA, em pouco mais de 150 anos de atividade petrolífera, foram perfurados quase 2 milhões de poços. No Canadá, foram mais de 500 000. O Brasil não chegou a 30 000 poços. Ainda há muito espaço para crescer por aqui. Uma mostra disso foi a descoberta da maior área do pré-sal, na bacia de Campos, no final de junho. Uma reserva com estimados 3,5 bilhões de barris.
Canadá - 500 000 poços perfurados
Bacias sedimentares - 5,6 milhões de Km2
Reservas comprovadas - 32 bilhões de barris
Produção - 3,3 milhões de barris/dia
EUA - 1 900 000 poços perfurados
Bacias sedimentares - 4,5 milhões de Km2
Reservas comprovadas - 31 bilhões de barris
Produção - 7,5 milhões de barris/dia
Brasil - 26 000 poços perfurados
Bacias sedimentares - 7,5 milhões de Km2
Reservas comprovadas - 14 bilhões de barris
Produção - 2,1 milhões de barris/dia
Fonte: EXAME
segunda-feira, 25 de julho de 2011
AFINAL O QUE É MARKETING?
Alguns autores propõem um conceito tridimensional - dimensão funcional; dimensão administrativa; e dimensão filosófica.
No que diz respeito a dimensão funcional, o marketing pode ser conceituado como uma das funções desenvolvidas na empresa que visa atender simultaneamente aos desejos e necessidades dos consumidores e aos objetivos econômicos da empresa mediante a oferta de um produto ou serviço. Pode-se dizer de modo mais simplificado que o marketing é uma atividade humana dirigida para a satisfação de necessidades e desejos por meio dos processos de troca.
Na verdade, o objetivo de marketing é conquistar e manter clientes e também fazer com os atuais consumidores prefiram fazer negócio com você e não com seus concorrentes. Por isso, também se pode conceituá-lo como um trabalho de busca de consumidores e, em seguida, de estimulação deles para comprar os produtos e serviços da empresa.
Do ponto de vista da dimensão administrativa, o marketing consiste na análise, planejamento, implementação e controle de programas destinados a realizar as trocas desejadas com os mercados-alvo, de modo a atingir as metas da organização.
Quanto à dimensão filosófica, você está absolutamente certo se definir o marketing como atitude, um modo de pensar, uma filosofia, enfim, que se orienta para o cliente. Na realidade, é mesmo uma orientação para o cliente que tem como retaguarda o marketing integrado (4Ps), cujo objetivo é gerar satisfação e, a longo prazo, o bem-estar do consumidor como chave para o atendimento das metas organizacionais.
Quase sempre, quando se pergunta a um executivo: "Qual é o seu negócio?", a resposta é: "Nós fazemos computadores ou nós vendemos cosméticos". A quase invariabilidade dessas respostas mostra que esses executivos devem começar a pensar em termos de benefícios que eles comercializam, das necessidades (desejos e expectativas) que estão satisfazendo, dos problemas que estão resolvendo. Isso significa que, em vez de tentar vender o que é para nós mais fácil fabricar, precisamos descobrir muito mais sobre o que o consumidor está desejando comprar.
Levitt em A Imaginação de Marketing, demonstrou como algumas empresas quase sucumbiram por não "enxergarem" qual era seu negócio, definindo suas atividade em função do produto em vez de se preocuparem com a necessidade do consumidor que elas deveriam satisfazer.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
SUCESSÃO
Quem será o próximo?
Saber quem vai comandar seu empresa no futuro é uma tarefa nada fácil, ainda mais, com a crescente rotatividade dos profissionais. Está ação é tão ou mais importante do que ter uma estratégia de negócios bem sucedida. Para se ter uma ideia Warren Buffett, o investidor mais festejado do mundo falhou em sua sucessão. Por isso um plano de sucessão deve envolver toda a hierarquia, não pode ser um ação isolada para apagar incêndios.
O que as empresas que são referência na sucessão de seu presidente estão fazendo, veja o passo a passo da sucessão:
Saber quem vai comandar seu empresa no futuro é uma tarefa nada fácil, ainda mais, com a crescente rotatividade dos profissionais. Está ação é tão ou mais importante do que ter uma estratégia de negócios bem sucedida. Para se ter uma ideia Warren Buffett, o investidor mais festejado do mundo falhou em sua sucessão. Por isso um plano de sucessão deve envolver toda a hierarquia, não pode ser um ação isolada para apagar incêndios.
O que as empresas que são referência na sucessão de seu presidente estão fazendo, veja o passo a passo da sucessão:
- Atrair os melhores: para formar executivos aptos a assumir a presidência, é preciso atrair profissionais de ponta desde a base da empresa. Quanto mais jovens talentosos à disposição nos diferentes níveis, maiores serão as opções na hora da sucessão mais importante;
- Ter mais de um candidato: é arriscado depender de um único profissional. A qualquer momento o executivo pode mudar de plano - decidir empreender ou trocar de empresa, por exemplo - e deixar na mão quem apostava nele como um potencial líder;
- Preparar o vencedor: depois de definido o sucesso é importante que ele tenha contato com todas as áreas da empresa, passe a participar das decisões mais importantes e de visitas a clientes, fornecedores e investidores;
- Olhar para fora: nem sempre o melhor candidato está dentro de casa. Se o momento exige uma mudança brusca na estratégia, o sucessor ideal pode estar fora da empresa e até em mercados bem distantes de sua área de atuação;
- Acompanhar o desempenho: para aumentar o comprometimento dos executivos com a escolha e a preparação de seus sucessores, podem ser criados projetos conjuntos ou até incentivos financeiros. Dessa forma, mesmo após deixar o cargo, o presidente continua a ser responsável pelo desempenho de seus escolhidos;
- Definir prazos: é importante que o novo presidente tenha pelo menos uma ideia de por quanto tempo vai ocupar o posto. assim ele sabe quando precisa intensificar a preparação de seu sucessor. O ideal é fazer a troca apenas depois de um ciclo de projetos predefinidos.
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